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segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Elaborada pelo Centro de Direitos Humanos de Sapopemba para conscientizar a população do que um policial pode ou não fazer durante uma abordagem e como denunciar abusos. Com ilustrações e linguagem didática, a cartilha explica ainda como e onde denunciar, além de dicas para identificar o agressor de forma discreta. Vale destacar que a segurança privada também deve seguir a cartilha, a lei que serve para a policia que está a serviço do Estado também serve para a privada.

Segundo o promotor de Justiça Eduardo Dias de Souza Ferreira, a cartilha é importante por usar uma linguagem acessível e didática.“Para os policiais, esse material reafirma o que eles já aprendem na academia, além de sinalizar que as pessoas passam a ter conhecimento de seus direitos”.

O medo da população em relação às ações policiais é tanto que, como disse o Padre Júlio Lancelotti no documentário exibido no início do evento, “quando vem a polícia a gente tem que pedir socorro para os bandidos”. Há denúncias de policiais que com apenas um mandado invadem várias casas, de travestis e transexuais que são abordados de forma arbitrária simplesmente por serem quem são, além de mães que são humilhadas por questionar as atitudes dos policiais. E o perfil das vítimas todo mundo já sabe: pessoas em situação de pobreza, jovens e negros.

A cartilha está disponível também no site da Ouvidoria de Polícia (www.ouvidoria-policia.sp.gov.br ) e no site do Observatório de Violências Policial (www.ovp-sp.org) ou no Centro de Direitos Humanos do Sapopemba (Rua Vicente Franco Tolentino, 45 – (11) 6703-6654, o email é cdhs@terra.com.br.

Não fique calado! Veja alguns telefones que podem ser acionados 24 horas por dia:

  • Disque denúncia 181 – crimes cometidos por policias ou não, sem precisar se identificar. Pode ligar do orelhão, sem cartão.
  • Corregedoria da Polícia Militar - 3322-0190
  • Corregedoria da Polícia Civil 3231-5536, Ramal 3231-5536
  • Ouvidoria de Polícia 0800-177-070 - Podem ser feitas denúncias contra policiais civis e militares das 9 às 17 horas.

Em último caso, ligue 190 e explique a situação, pois não são todos os policiais que praticam abusos.


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FONTE: SABOTAGEM!

quarta-feira, 2 de janeiro de 2008


Maio de 68, por Solidarity (Coleção Baderna)

Um livro da Coleção Baderna sobre a maior rebelião estudantil/operária do Século XX... Um diário escrito no calor dos acontecimentos, com detalhes importantes, como por exemplo a postura retardada e idiota do partido comunista francês (tem coisa que é igual em todo lugar do mundo... Partido comunista e tudo igual mesmo), que tentou de todas as maneiras sabotar a rebelião, a atitude cordial de operários e estudantes, que começaram a experimentar formas auto-gestionárias nas universidades e fábricas de paris, enfim, para quem já conhecia a a história e para quem não conhece...

DOWNLOAD!!

sábado, 29 de dezembro de 2007


"Como foi que você entrou? Fique longe de mim, seu sapinho malfeitor, ou lhe bato!"

Se assim como eu, que ainda não assistiu ao filme, vale a pena fazer o download do livro. Dispensa comentários, resenhas e blablabla.

Mas se ainda não conhece:
Clockwork Orange (Laranja Mecânica)

Livro de Anthony Burgess conta a história de Alex, um garoto que junto com outros jovens de sua gangue, praticam roubos, espancamentos, estupros por toda uma Londres arrasada de um futuro indeterminado. Alex pratica a violência por puro prazer, assim como a maioria dos jovens de sua idade.

Burgess causou grande estranhamento em seus leitores por conta do vocabulário de Alex, cheio de gírias nadsat - termos eslavos e palavras rimadas que exigem dedução para o entendimento. Exemplo: a rot do vekio estava cheia de krov vermelho quando lhe demos um toltchock; tiramos as platis da devotchka e seus grudis eram horrorshow, etc. O livro chocava também por sua violência e os conflitos éticos que cercavam o jovem Alex, suas punições e a sociedade.

Seu título provém de uma expressão anglo-saxã "As queer as a clockwork orange", ou, em uma tradução simplificada, "Tão bizarro quanto uma laranja mecânica".

Foi adaptado para o cinema por Stanley Kubrick em 1971


Links:
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DEFINIÇÃO "ULTRAVIOLENCE" - WIKIPEDIA (INGLÊS)
FONTE




(clique na imagem para ampliá-la)